30/07/2019

Como montar um projeto de CFTV

Dicas, erros mais comuns e o que você precisa saber antes de começar seu projeto de videomonitoramento

Na hora começar a montar um projeto de CFTV, não basta ter boas indicações de equipamentos ou tentar aplicar um modelo que funcionou para outro local. Para um bom projeto de videomonitoramento, além da questão estrutural, da escolha de um bom software e da avaliação do posicionamento da cada dispositivo, tudo deve começar sempre por conhecer e adaptar o projeto às necessidades do cliente.

Para auxiliar quem está iniciando um projeto, separamos algumas boas práticas e dicas que vão ajudar a evitar erros e otimizar ao máximo a estrutura de CFTV. No conteúdo a seguir vamos falar mais sobre a Calculadora de Projetos, uma forma incrível de mapear e planejar cada detalhe dos projetos de segurança eletrônica. Confira!

Sistema Analógico ou IP?

Por definição, um CFTV (Circuito fechado de televisão) é um sistema de monitoramento que utiliza um conjunto de câmeras, estrategicamente posicionadas e implantadas no local a ser observado e conectadas a um gerenciador de imagens. As imagens capturadas são repassadas para monitores e armazenadas, possibilitando o monitoramento de segurança. Até aí tudo bem…mas na hora de começarem as escolhas também iniciam as dúvidas. Qual tipo de câmeras é melhor? Analógicas, IP ou ainda um CFTV misto? A resposta é: depende.

As características dos projetos são distintas e trazem diferentes benefícios e desafios. Por exemplo, enquanto em um projeto IP é necessário se preocupar com a qualidade da rede, em um projeto com câmeras analógicas, o cabeamento de transmissão entre câmeras e DVR’s é o foco. Assim, quanto maior a distância entre as câmeras e a base, mais complexa será a preparação do cabeamento para o projeto, que, em contrapartida tem em geral menor custo e implementação mais rápida. Da mesma forma que a estrutura de CFTV IP exige mais investimentos na aquisição de equipamento, mas oferece tecnologias mais avançadas já embarcadas nas câmeras, como os analíticos reconhecimento facial e leitura de placas (LPR). As variáveis são muitas e, por isso, é preciso encontrar um equilíbrio entre objetivos e recursos.

Confira o que não pode ser esquecido na hora montar um projeto de CFTV

Uma boa forma de começar um projeto de CFTV é analisar, no local a ser monitorado, os pontos que apresentam alguma vulnerabilidade. Esses pontos que exigem mais cuidado podem ser de acesso, locais de menor luminosidade ou ambientes que guardem algo valioso, por exemplo. Depois deste levantamento, existem alguns passos fundamentais:

  • Defina o objetivo do projeto do seu cliente

O que o seu cliente pretende? Parece óbvio, mas é sempre importante lembrar que antes de ir a campo é necessário saber se o trabalho será de monitoramento de perímetro, proteção de bens, gestão de processos ou ainda outro propósito. Esse passo é que vai definir todos os próximos pontos do projeto. Do posicionamento das câmeras ao tipo de equipamento, todas as escolhas vão estar ligadas ao objetivo principal.
Conheça a região a ser monitorada

Fazer o levantamento das características físicas do local a ser monitorado vai ajudar (junto do entendimento das vulnerabilidades e objetivos) na hora de definir os pontos de colocação das câmeras. A área a ser monitorada pelo CFTV é ampla e plana? Um prédio? Um galpão com uma linha de produção?
Esta verificação também ajuda na hora de levantar possíveis interferências para a qualidade do projeto, como prejuízos para captura de imagens ou para a transmissão de dados. Analisar pontos de possível obstrução de sinal ou baixa luminosidade, áreas onde a conexão ou cabeamento precisa ser reforçada antes, tudo isso ajuda a orientar o projeto.

  • Não esqueça do armazenamento!

Para quem está prestes a investir em um sistema de videomonitoramento, a gravação e o armazenamento das imagens obtidas são fundamentais. Seja para auditorias, melhorias de processos, investigação de ocorrências ou exigência legal, se as imagens não forem bem armazenadas, minutos preciosos de gravação do CFTV podem ser perdidos. A Seventh preparou um conteúdo específico para ajudar na hora da escolha da melhor forma de armazenamento.

  • Infraestrutura e Calculadora de Dispositivos Seventh

Quais câmeras usar, servidores, banda, espaço para memória e armazenamento, cabeamento adequado, configurações de rede e conexões são definições que dão vida ao projeto. Responsáveis técnicos do cliente também devem participar desta etapa de estruturação.

E quando o assunto são estimativas para projetos de segurança eletrônica, a Calculadora de Dispositivos da Seventh pode ser uma grande aliada. Desenvolvida especialmente para ajudar a estimar os servidores, a largura de banda, a quantidade de armazenamento e outras características do projeto de videomonitoramento ela é gratuita e fácil de usar. Clique aqui para conhecer a calculadora de projetos Seventh.

  • Escolha um bom software

Softwares que integrem todos os dispositivos do CFTV e permitam a gestão do sistema facilitam a colocação do CFTV em prática e a gestão posterior dele. Plataformas como o D-Guard são diferenciais neste processo, porque centralizam a gestão de todas as câmeras independente do fabricante, permitem definir o envio para diferentes formas de armazenamento a partir da integração com centenas de diferentes dispositivos e cloud computing, além da padronização de ações e automação de eventos que facilitam a operação e as rotinas do operador.

Criar um projeto de CFTV não é mesmo uma tarefa fácil, mas dividir bem as etapas em um plano de ação aliando as principais necessidades e características dele é uma forma de começar. Um planejamento rico e as ferramentas corretas vão permitir o bom andamento do projeto do início ao fim. Especialistas na área também são importantes na hora de conduzir os trabalhos. Ficou com alguma dúvida sobre projetos de CFTV? Fale com um consultor especializado!