21/06/2019

[Portaria Autônoma] opção econômica para controle de acesso tem conquistado o mercado de segurança

 

Apostar na tecnologia para reforçar a segurança condominial é uma medida que não para de ganhar espaço no Brasil. As possibilidades dos recursos oferecidos são muito variadas e com tantas opções disponíveis, fica mais fácil encontrar o formato ideal para cada cliente.

É o caso dos condomínios em que os moradores têm acesso à internet e alguma habilidade com aplicativos, um meio no qual a portaria autônoma tem se destacado. Isso porque os serviços mais tradicionais do mercado, acabam exigindo um investimento maior com o pagamento de profissionais ou serviços terceirizados, o que não é interessante para unidades com menor entrada e saída de pessoas e veículos, por exemplo.

Segundo o último levantamento do IBGE, no Brasil 74,9% dos domicílios têm acesso à Internet e em 93,2% há pelo menos um telefone celular. Além destes fatores, o desenvolvimento de tecnologias mais avançadas de comunicação, vídeo, acesso e sistemas que integrem tudo isso em um única solução abrem novas possibilidades de negócios.

 

Vantagens da Portaria Autônoma

 

Garantir a segurança com mais economia e praticidade é o principal argumento quando o assunto é Portaria Autônoma. “A Portaria Autônoma simplifica a operação e reduz os custos, pois precisa de menos operadores por unidade e oferece todos os recursos de gestão e controle da segurança, como o registro de entradas, saídas, botão de pânico e relatórios. Usando a própria internet do condomínio, o sistema direciona a chamada para o morador”, explica Ivo Junkes, Diretor Comercial da Seventh.

A Portaria Autônoma permite ao morador executar ações direto do smartphone, de qualquer lugar onde estiver. É possível, por exemplo, autorizar entradas e saídas de visitantes no condomínio ou no apartamento. Dependendo dos dispositivos disponíveis, também é possível ver e falar com os visitantes. A autonomia na operação reduz custos, por não demandar um operador para atendimento nem um funcionário dedicado a essas demandas. Neste modelo, a empresa de monitoramento atua em caso de alarme ou emergência e trata das exceções.

Do ponto de vista técnico, Junkes também esclarece que o diferencial neste tipo de operação é a integração entre todos os componentes da segurança. “O Situator tem conquistado o mercado por ser um sistema que integra hardwares para controle de acesso, porteiros eletrônicos, fechaduras magnéticas, câmeras, telefonia e comunicação, além de permitir a automação de ações. Isso faz toda a diferença no dia a dia da operação, justamente por permitir a unificação e controle de todos os recursos em um único lugar”, detalha Junkes.

O controle pode ainda ser feito de forma compartilhada, aliando elementos da Portaria Remota e da Autônoma. Assim, em situações específicas, como após três chamadas não atendidas pelo morador, a ligação é transferida para a central e o operador remoto assume a chamada, seguindo orientações predefinidas pelo condomínio.  

 

Qual a melhor portaria?

 

Como já explicamos no material sobre Portaria Remota, não existe um modelo de acesso melhor que os outros, existe o que vai atender melhor às necessidades, perfis, estrutura e hábitos dos moradores de determinado condomínio, seja ele residencial, comercial ou industrial.

Na área domiciliar, por exemplo, locais com mais moradores têm a possibilidade de dividir custos de uma operação mais robusta ou de uma portaria presencial. Assim, fatores como tamanho, fluxo de veículos e pessoas, demanda de entregas, acesso/facilidade com tecnologia são só alguns dos fatores que devem ser analisados na hora de identificar a solução mais indicada para determinado local.

Analisar estes fatores e entender sobre as possibilidades de cada sistema de segurança eletrônica vai ajudar a oferecer a solução mais adequada para cada público!