Processo de download e instalação
2.1 – Cadastro de usuário no site da Seventh;
2.2 – Download da aplicação;
2.3 – Passo a passo do processo de instalação;
2.4 – Abrindo o software pela primeira vez.
2.5 – Primeiros passos após licenciamento do servidor;
2.5.1 – Procedimentos básicos de transmissão, discos e usuários.

Requisitos de hardware

1.1 – Servidores para centrais de monitoramento (Dguard Center);





  • Para D-Guard Center como Central de Monitoramento de Imagens em conjunto com Sistemas de Monitoramento de Alarmes (ex. Moni):


As especificaçoes de hardware e software auxiliam sua empresa a dimensionar e adequar a estrutura tecnológica para obter os resultados previstos na utilizaçao do D-Guard Center para monitoramento de imagens. O dimensionamento foi realizado com base na quantidade de clientes monitorados (em casos de múltipla utilizaçao dos computadores e servidores, este dimensionamento pode nao ser suficiente).


Atençao: Alguns módulos e recursos do D-Guard Center dependem da Internet para seu pleno funcionamento.











































ATÉ 128 CONTAS MONITORADAS


SERVIDOR PRINCIPAL (APLICAÇÃO)

Processador Intel Core i5 (dual core)
Memória RAM 4 GB
Disco rígido (HD) 500 GB SATA 3.0 Gb/s
Sistema Operacional Microsoft Windows 7/8/8.1/10 e outras versões (32 bits ou 64 bits).
Rede Gigabit (10/100/1000)
Edição D-Guard D-Guard Center – Enterprise
* Versões Home, Professional ou Ultimate.
Para as estações de trabalho, caso o intuito seja possuir um segundo monitor para visualizar todas as câmeras do cliente relacionadas ao evento, é possível utilizar o mesmo computador do software de monitoramento de alarmes, desde que adicionadas uma placa de vídeo com saída para dois monitores (min. de 512 MB) e uma placa de rede Gigabit (10/100/1000).*Máximo recomendado de 10 eventos de alarme simultâneos.









































ATÉ 768 CONTAS MONITORADAS


SERVIDOR PRINCIPAL (APLICAÇÃO)

Processador Intel Core i7 4990k (Quad Core)
Memória RAM 8 GB DDR3
Disco rígido (HD) 2 TB SATA 3.0 Gb/s
Sistema Operacional Microsoft Windows 7/8/8.1/10 e outras versões (32 bits ou 64 bits).
Rede Gigabit (10/100/1000)
Edição D-Guard D-Guard Center – Enterprise
* Versões Home, Professional ou Ultimate.
Para as estações de trabalho, caso o intuito seja possuir um segundo monitor para visualizar todas as câmeras do cliente relacionadas ao evento, é possível utilizar o mesmo computador do software de monitoramento de alarmes, desde que adicionadas uma placa de vídeo com saída para dois monitores (min. de 512 MB) e uma placa de rede Gigabit (10/100/1000).*Maximo recomendado de 20 eventos de alarme simultâneos.











ACIMA DE 768 CONTAS MONITORADAS

Adicionar um servidor principal a cada 768 contas monitoradas de imagem.

1.2 – Servidores para projetos (Dguard Projects);


Para D-Guard Projects como gerenciador de Câmeras IP, DVRs, Video Servers, etc, monitorando todos os dispositivos simultaneamente use a calculadora de projetos Seventh.


Os servidores principais conectam-se aos dispositivos. As estações de visualização conectam-se aos principais.
Considera-se que todas as imagens serão visualizadas simultaneamente pelas estações de visualização.
Estes cálculos são aproximados e podem variar dependendo da instalação realizada no projeto.
Para gravação de imagens, recomendamos o uso de discos próprios para CFTV.


1.3 – Discos de gravação específicos para CFTV;


Recomenda-se o uso de discos próprios para CFTV quando há a necessidade de fazer gravação das imagens monitoradas.


Como todo hardware, os discos também tem suas restrições/limitações. Tendo essa informação, ao dimensionar o espaço em disco necessário para armazenar as imagens de acordo com suas resoluções e frames, faz-se necessária também a verificação junto ao fabricante do disco sobre quantas câmeras podem ser ativadas simultaneamente nessa unidade de gravação.


Existem discos de CFTV que gravam no máximo 32 câmeras, outros discos suporta 64 câmeras e outros diversos modelos de gravação que podem chegar até 1.000 câmeras gravando simultaneamente.


1.4 – Qual a importância de não visualizar imagens através do servidor;


O servidor de imagens precisa de um hardware de alto desempenho que seja capaz de receber os frames dos equipamentos monitorados, gravar imagens, detectar movimentos, fazer ações em cima de automações e também transmitir as imagens ao vivo para as estações de visualização.


Todo processo que o servidor realiza exige muito do seu processador, portanto querer visualizar imagens ao vivo nesse servidor é fazer com que o processador realize mais uma ação de alto "custo" e pode trazer certas dificuldades de processamento para as demais funções às quais ele realmente precisa fazer.


Recomenda-se a visualização de imagens ao vivo apenas nas estações de monitoramento.


1.5 – Configurações recomendadas à serem feitas nos equipamentos monitorados;


Para centrais de monitoramento, recomendamos algumas configurações padrão para os equipamentos de CFTV monitorados, visando a dificuldade encontrada atualmente em todo o país no que se refere à estrutura de internet.


Devido ao baixo upload encontrado hoje em empresas e residências, faz-se necessária a adequação desses equipamentos para que a central de monitoramento receba as imagens corretamente para executar o devido monitoramento. São elas:


Em uma stream ou perfil secundário do equipamento monitorado:


Resolução 352x240 / 7.5 FPS / Bitrate máximo variável de 56Kbps.


Nessas condições de imagem, tem-se um arquivo compacto que facilita o envio por parte de um cliente e também o recebimento pela central que o monitora. Se temos um DVR de 16 câmeras, por exemplo:


56Kbps x 16 câmeras  = 896kbps de upload consumidos no cliente e de download na central.


OBS.: O DGuard vem por padrão com a opção "Otimizar uso de banda" ativada e consome banda apenas no momento em que se grava e se visualiza imagens.


1.5.1 – O que são compressões de imagem, frames por segundo e bitrate;


MJPEG:


O Motion JPEG ou M-JPEG é uma seqüência de vídeo digital que consiste em uma série de imagens JPEG individuais. (JPEG significa Joint Photographic Experts Group [Grupo Conjunto de Especialistas em Fotografia].) Quando são exibidos 16 ou mais quadros de imagem por segundo, o visualizador perceberá o vídeo em movimento. O vídeo em movimento completo é ser percebido a 30 (NTSC) ou 25 (PAL) quadros por segundo.


Uma das vantagens do Motion JPEG é que cada imagem de uma seqüência de vídeo pode ter a mesma qualidade garantida determinada pelo nível de compactação escolhido para a câmera de rede ou o codificador de vídeo. Quanto maior o nível de compactação, menor será o tamanho do arquivo e a qualidade da imagem. Em algumas situações, como em ambientes com baixa luminosidade ou quando uma cena se torna complexa, o tamanho do arquivo de imagem pode ficar bastante grande e consumir mais largura de banda e espaço de armazenamento. Para evitar o aumento do consumo da largura de banda e do espaço de armazenamento, os produtos de vídeo em rede da Axis permitem que o usuário estabeleça um tamanho máximo de arquivo para um quadro de imagem.


Como não há nenhuma dependência entre os quadros do Motion JPEG, um vídeo em Motion JPEG é robusto, ou seja, se um quadro for perdido durante a transmissão, o restante do vídeo não será afetado.


O Motion JPEG é um padrão não-licenciado. Ele é amplamente compatível e muito usado em aplicações que exigem quadros individuais em uma seqüência de vídeo — por exemplo, par análise — e quando forem usadas baixas velocidades de captura, normalmente 5 quadros por segundo ou menos. O Motion JPEG também pode ser necessário em aplicações que exigem integração com sistemas que operam apenas com esse padrão.


A principal desvantagem do Motion JPEG é que ele não usa nenhuma técnica de compactação de vídeo par reduzir os dados, pois se trata de uma série de imagens estáticas completas. O resultado é que esse padrão apresenta uma velocidade de transmissão relativamente alta ou uma baixa proporção de compactação para a qualidade gerada, em comparação com os padrões de compressão de vídeo como o MPEG-4 e o H.264.


Fonte


MPEG4:


Quando mencionamos o MPEG-4 em aplicações de vigilância por vídeo, normalmente nos referimos ao MPEG-4 Part 2, também conhecido como MPEG-4 Visual. Como todos os padrões MPEG (Moving Picture Experts Group, Grupo de Especialistas em Imagens em Movimento), ele é um padrão licenciado, exigindo que os usuários paguem uma taxa de licença por estação de monitoramento. O MPEG-4 opera com aplicações de baixa largura de banda e aplicações que exigem imagens de alta qualidade, velocidade de captura ilimitada e largura de banda praticamente ilimitada.


Fonte


H.264:


O H.264, também conhecido como MPEG-4 Part 10/AVC (Advanced Video Coding, ou Codificação Avançada de Vídeo), é o padrão MPEG mais recente para codificação de vídeo. Espera-se que o H.264 se torne o padrão de vídeo preferencial nos próximos anos. Isso ocorre porque um codificador H.264 pode, sem comprometer a qualidade de imagem, reduzir o tamanho de um arquivo de vídeo digital em mais de 80%, comparado com o formato Motion JPEG, e até 50% mais do que o padrão MPEG-4. Isso significa que serão necessários muito menos largura de banda de rede e espaço de armazenamento para um arquivo de vídeo. Em outras palavras, é possível obter uma qualidade de vídeo muito mais alta em uma determinada velocidade de transmissão.


O H.264 foi definido em conjunto por organizações de normas dos setores de telecomunicações (Grupo de Especialistas em Codificação de Vídeo da ITU-T) e TI (Grupo de Especialistas em Imagens em Movimento do ISO/IEC), e espera-se que ele seja adotado mais amplamente que os padrões anteriores. No setor de vigilância por vídeo, é muito provável que o H.264 encontre a adesão mais rápida em aplicações que exijam altas velocidades de captura e uma alta resolução, como na vigilância de rodovias, aeroportos e cassinos, onde o uso de 30/25 (NTSC/PAL) quadros por segundo é a norma. Isso ocorre quando a economia da redução da largura de banda e quando as necessidades de espaço de armazenamento geram a maior economia.


Também se espera que o H.264 acelere a adoção de câmeras megapixel, pois a tecnologia de compactação altamente eficiente pode reduzir o tamanho dos arquivos e as velocidades de transmissão geradas, sem comprometer a qualidade das imagens. Entretanto, existem prós e contras. Embora o padrão H.264 proporcione economia de largura de banda de rede e custos de armazenamento, ele exige câmeras de rede e estações de monitoramento mais velozes.


Os codificadores H.264 da Axis usam o perfil básico, ou seja, são usados apenas os quadros I e P. Esse perfil é ideal para câmeras de rede e codificadores de vídeo, pois a baixa latência se deve ao fato de que não são usados quadros B. A baixa latência é essencial em aplicações de vigilância por vídeo quando ocorre monitoramento ao vivo, especialmente quando forem usadas câmeras PTZ ou câmeras PTZ com cúpula.


Fonte